Governo quer deixar de atrapalhar e propõe atender as necessidades

Atitudes como estas, merecedoras dos melhores aplausos para toda a equipe da Ministra Tereza Cristina, conforme críticos ouvidos.

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Governo quer deixar de atrapalhar e propõe atender as necessidades

O agronegócio que representa mais de um quarto de todo o PIB brasileiro, finalmente, agora conta com um aliado forte com o qual não podia contar, pelo menos nos últimos trinta anos, os próprios integrantes do governo. Segundo os Secretários e Diretores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, ouvidos na Digital Agro, em Carambeí, no Paraná; no I Encontro de Negócios para a Agricultura Digital, na Embrapa, em Campinas, São Paulo e; na StartSe, no Expo Center Norte, em São Paulo, Capital, foram unânimes em afirmar que a ordem no MAPA é além de ouvir, entender, priorizar e potencializar as demandas do setor e, mais do que isso, principalmente, deixar de atrapalhar. É este o discurso principal do Coordenador de Articulação para Inovação, Benedito João Gai Neto; do Diretor de Inovação, Luís Cláudio Rodrigues de França e; do Secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Silveira Camargo. 

De acordo com analistas é incomum que o governo busque as demandas dos seus governados, para daí implementar ações a satisfazer tais expectativas. Mais incomum ainda, “querer deixar de atrapalhar”, algo impensado e inconcebível até o governo atual. Atitudes como estas, merecedoras dos melhores aplausos para toda a equipe da Ministra Tereza Cristina, conforme críticos ouvidos.

Para Luís Cláudio, “hoje estamos na agricultura 3.0, que já possui sistemas de precisão. Na 4.0, esperamos fazendas 100% conectadas, com respostas em tempo real”, afirmou na AgroTech Conference, da StartSe. E continuou dizendo que para mudar esse cenário “estamos focados em seis pontos: conectividade no campo; novas tecnologias e recursos genéticos; difusão de inovação; polos tecnológicos agropecuários; promoção de novos insumos e; fóruns de inovação agropecuários. Medidas que serão colocadas em prática em parceria com o MEC, MCTIC e com o sistema S, além de Senai e Sebrae”.

Os fóruns de inovação agropecuários regionais, mais do que levantar necessidades a serem atendidas pelo governo, segundo Luís Cláudio, “seriam espaços para identificar demandas até para o mercado internacional, como a China, por exemplo”. 

 

Por JCD

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