MADERO, uma marca para o mundo

“Vimos não um, mas vários produtos; todos que compõem o cardápio MADERO, de qualidade inconfundível – sem igual – razão pelo crescimento exponencial da marca”

Publicado em
MADERO, uma marca para o mundo

Nem deu tempo de tirar os barracos de obras das pelo menos meia dúzia de ampliações já sofridas, para que a indústria, quase por inteiro, se tornasse um grande canteiro de obras, mais uma vez. Essa é a história da jovem fábrica/CD da marca de hambúrguer MADERO, em Ponta Grossa, no Paraná. “Até parece que há um descompasso não corrigível entre o crescimento da produção de hambúrguer da marca (exigência do mercado) e as instalações físicas (a fábrica), que é literalmente atropelada”. 

Para testemunhar e comprovar o exposto acima e muito mais, é que foram recebidos Tomas Matos e Jacó Carlos Diel, CEO e Diretor Comercial da Fácil Alimentos, respectivamente, por pessoa especialmente encarregada e treinada para tanto, para uma visita aos diversos estágios da produção do hambúrguer (carro chefe da marca) MADERO.

Segundo os visitantes, o que viram com os próprios olhos, somente pode ser comparado ao que tem de melhor no mundo, assim mesmo, se é que tem lugar para haver produto melhor. Relataram que para se ter acesso as diversas etapas da produção do hambúrguer, inicia-se com a guarda de todo e qualquer metal no corpo e nos bolsos. É protocolo intransgressível que se use um macacão descartável próprio por cima da roupa, cobrindo até mesmo a cabeça, proteção especial para o nariz e a boca, além de uma bota plástica reforçada sobreposta ao calçado. Ficando de fora, somente as mãos, que a cada novo ambiente tiveram que ser higienizadas. Mesmo procedimento era exigido para as botas sobreposta aos calçados. Controle de qualidade de dar inveja, sem igual.

Iniciaram vendo a carne in natura, resfriada ou congelada. A congelada, antes de ir para o moedor, passa por uma espécie de pré-picotamento, para daí, em pedaços pequenos, mesmo congelados, entrar no moedor. Ao contrário da carne resfriada, sempre de primeiríssima qualidade, como fraldinha, que chega no moedor em pedaços maiores ou inteiros. Saindo do moedor, da marca holandesa, uma máquina das poucas existentes no Brasil, onde a carne passa por duas moagens, capaz de deixar o hambúrguer aerado, para alcançar um funil e esteira, que leva para a prensa e modelagem do hambúrguer, em três tamanhos redondos. No passo seguinte o produto passa pelo controle de qualidade (se não está quebrado), para então entrar na câmera fria para o congelamento. Novo controle de qualidade determina o que vai para o mercado (inteiros) e o que fica para a alimentação dos funcionários (com algum tipo de anomalia). É quando há a embalagem e o encaixotamento, para chegar aos depósitos à espera da expedição para os quase cento e cinquenta restaurantes MADERO no País, uma marca para o mundo. “Vimos não um, mas vários produtos; todos que compõem o cardápio MADERO, de qualidade inconfundível – sem igual – razão pelo crescimento exponencial da marca”.

Assim como o hambúrguer, The Best Burger Of The Wolrd (o melhor hambúrguer do mundo), composto por oitenta e cinco por cento de carne nobre e quinze por cento de gordura (contrariando a maioria do mercado, cuja proporção é sessenta a quarenta por cento), a grande maioria dos produtos que compõem o inteiro cardápio MADERO, são de produção própria. Passando pelo próprio hambúrguer; linguicinhas e bacon, que são defumados com uma serragem de madeira especial de nome muiracatiara; pastéis, coxinhas; molhos; sorvetes; pães e muitos outros. Mesmo assim, os que não são, tem e levam a receita da casa (são produzidos e envazados por encomenda). 

Por JCD

 

 

 

Deixe um comentário