O inimigo, a parada e a prevenção

Ficar em casa, longe de aglomerações de gente. Lavar as mãos constantemente, ou quando precisar, usando ainda álcool gel 70%, para desinfetar

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Enquanto a Ásia, em especial a China, onde tudo começou, se recupera e caminha para a normalidade, o mundo ocidental, com o foco para a Europa e os EUA, se tornam o novo epicentro da pandemia. Por aqui, com quase tudo parado, as autoridades sanitárias projetam o pico da crise mais para frente. A ordem é ficar em casa.

 

Solução inteligente

Para reforçar essa ordem, assim como outras cidades estão inovando, o sistema de saúde de Balneário Camboriú, está implementando uma solução inteligente para vacinação dos idosos contra a gripe: fez um cronograma por regiões da cidade, para vacinar todos os idosos em casa. Como identificação do sistema, passará um carro da Secretaria de Saúde, devidamente plotado, com a marca do município, com alto-falante, anunciando o serviço. Com isso, os interessados se dirigem até na frente das moradias (casas ou apartamentos), onde serão vacinados. Não precisando saírem para a rua.

 

Emaranhados de Decretos

Em relação a parada geral, determinada pelos muitos emaranhados de decretos dos vários níveis de governo, cujas punições vão de multas para pessoas de grupos de risco maior, que saírem às ruas sem justificativa plausível, até uso de força policial, suscitou desencontros e desconforto entre os próprios governantes.

 

Encaminhamento do Consenso

Mas a boa notícia é que está tudo se encaminhando para um consenso, de que a produção dos vários setores da vida cotidiana não pode parar, sob pena de haver desabastecimento. Cujos efeitos seriam ainda maiores e piores do que os da pandemia ora em curso. Comprometeria ainda mais os empregos (formais e informais, - já se fala em perda de cinco milhões, dos primeiros e, pelo menos, outros tantos dos segundos, - só neste início). As empresas não teriam como aguentar por muito tempo sem produzir e girar o estoque, para pagar impostos e salários. Debilitaria ainda mais o caixa do governo, que como se sabe, já não é dos melhores.

 

Remédio da higiene

O mais importante ao lado de tudo isso, para a prevenção, o melhor remédio ainda é a higiene. Manter no mínimo distância de um metro e meio de outra pessoa. Ficar em casa, longe de aglomerações de gente. Lavar as mãos constantemente, ou quando precisar, usando ainda álcool gel 70%, para desinfetar.

 

Há de se ter cuidado especial com embalagens de qualquer produto que se leve para casa. Pode que no percurso do fornecedor ao destino, haja alguém contaminado e possa ter algum vírus se instalado. Por isso, essas embalagens têm que ser descartadas com todo cuidado para não comprometer o produto e a saúde.

 

As frutas, verduras e legumes, merecem um capítulo extra de cuidados, sobretudo os consumidos in natura, ou crus. Esses tem que ser lavados com água limpa e sabão ou detergente e as folhas de todas as espécies, tem que ser bem lavadas e ainda emergi-las ou deixá-las de molho de cinco a quinze minutos em solução de uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água.

 

 

Pelo jornalista Jacó Carlos Diel

 

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